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AST Social

ENDIVIDAMENTO DE FAMÍLIAS INSERIDAS EM BENEFÍCIOS SOCIOASSISTENCIAIS: ARMADILHA PARA AS CAMADAS POPULARES?

Autora: Márcia Coutinho Estulano – Doutoranda em Política Social (UFF Niterói, início em 2023.2); Mestrado em Política Social (UFF Niterói, 2021); Especialização em Gestão Pública Municipal (UFF Volta Redonda, 2019) e graduação em Serviço Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF Campos dos Goytacazes, 2003). Assistente social da Prefeitura Municipal de Macaé (2003 – atual). Atuou como assessora técnica da Proteção Social Básica e Vigilância Socioassistencial, bem como técnica em análise de dados para produção de relatórios de pesquisas da Prefeitura de Macaé. Atualmente compõe equipe técnica de CRAS. Membro da Gestão CRESS/Rio de Janeiro – Seccional Norte Fluminense – triênio 2023-2026. Conselheira no CMAS Macaé (biênios 2015-2017 e 2023-2025). (05/03/26).

Resumo do artigo: Este artigo problematiza um tipo de “tragédia anunciada” e silenciosa por dentro do capitalismo, que é a questão do endividamento de famílias de baixa renda. Realiza-se consulta a dados e informações disponíveis no site do Banco Central do Brasil, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, dentre outros, bem como breve levantamento bibliográfico acerca da temática. Como acréscimo empírico, utiliza-se da técnica de análise de conteúdo a partir do recorte de falas de beneficiárias(os) de programas sociais atendidas(os) em unidades socioassistenciais de proteção básica, em um município do interior do estado do Rio de Janeiro/Brasil. Os resultados apontam elementos preocupantes em relação ao rumo do endividamento familiar no país, sobretudo de famílias já em condições de miserabilidade alcançadas pela política de assistência social.